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Blog - Pereira Rocha

Vacinas ajudam a proteger a rotina escolar contra doenças infecciosas

As vacinas têm papel decisivo na prevenção de surtos de doenças entre os alunos, especialmente porque a escola é um ambiente de convivência diária, com contato próximo entre crianças, adolescentes, professores e equipes de apoio. Quando a cobertura vacinal está alta, vírus e bactérias encontram mais dificuldade para circular, o que reduz o risco de transmissão dentro e fora da sala de aula. A vacinação infantil é uma das estratégias mais importantes de saúde pública. Ela protege individualmente cada criança e também contribui para a proteção coletiva, principalmente de pessoas que não podem receber determinadas vacinas por idade, condição de saúde ou orientação médica. Em ambientes escolares, esse efeito é ainda mais relevante, pois uma doença infecciosa pode se espalhar rapidamente quando há muitos alunos suscetíveis.   Como as vacinas atuam no organismo As vacinas estimulam o sistema imunológico a reconhecer agentes infecciosos, como vírus e bactérias, e a criar defesas contra eles. Esse processo ocorre de forma segura, sem que a criança precise enfrentar a forma grave da doença para desenvolver proteção. Depois da vacinação, o organismo passa a responder com mais rapidez caso tenha contato com o agente causador da enfermidade. Isso diminui o risco de adoecimento, reduz a chance de complicações e, em muitos casos, também limita a transmissão para outras pessoas. Doenças como sarampo, poliomielite, coqueluche, difteria, tétano, rubéola, caxumba, hepatites, meningites e varicela fazem parte das preocupações cobertas pelo calendário vacinal infantil. Algumas dessas enfermidades foram controladas ou tiveram forte redução justamente por causa da vacinação em larga escala. O calendário de vacinação começa ainda nos primeiros dias de vida. Recém-nascidos recebem, por exemplo, vacinas como BCG e hepatite B. Nos meses seguintes, outras doses são aplicadas de acordo com a idade, incluindo imunizantes contra poliomielite, rotavírus, pneumococo, meningite e doenças causadas por bactérias como difteria, tétano e coqueluche. Após o primeiro ano, entram vacinas como a tríplice viral, hepatite A e varicela, além dos reforços indicados.   Por que a cobertura vacinal protege a escola A proteção coletiva ocorre quando grande parte da comunidade está vacinada. Nesse cenário, mesmo que um agente infeccioso chegue ao ambiente escolar, há menos pessoas vulneráveis para manter a transmissão. Esse mecanismo é conhecido como imunidade coletiva. Em uma escola, a queda da cobertura vacinal pode aumentar o risco de surtos. Crianças não vacinadas ou com doses atrasadas podem adoecer e transmitir doenças para colegas, familiares e profissionais. O impacto ultrapassa a saúde individual: pode provocar afastamentos, interrupção de atividades, preocupação entre famílias e necessidade de medidas de controle. O sarampo é um exemplo importante. Após um período sem registros sustentados no Brasil, a doença voltou a circular em 2018, em um contexto associado à redução da vacinação. A situação mostrou que doenças controladas podem retornar quando a proteção coletiva diminui. “O acompanhamento da caderneta de vacinação ajuda as famílias a perceberem atrasos e evita que a criança fique desprotegida em fases importantes do desenvolvimento”, observa o representante do Centro Educacional Pereira Rocha, de São Gonçalo (RJ). “Em uma comunidade escolar, esse cuidado também contribui para reduzir riscos de transmissão entre os alunos”, completa.   Caderneta atualizada facilita a prevenção A caderneta de vacinação é o principal documento para verificar se as doses estão em dia. Ela permite acompanhar quais vacinas já foram aplicadas, quais reforços ainda são necessários e em que período cada imunizante deve ser recebido. O Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, organiza o calendário vacinal no Brasil e oferece vacinas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. A lista é atualizada conforme critérios técnicos e contempla diferentes fases da vida, incluindo infância e adolescência. Para as famílias, a orientação principal é não esperar o surgimento de casos para regularizar a vacinação. Algumas vacinas precisam de mais de uma dose para garantir proteção adequada, e outras exigem reforços em idades específicas. Quando há atraso, o posto de saúde pode orientar a retomada do esquema, sem necessidade de reiniciar todas as doses na maioria das situações. Também é importante informar à escola quando a criança apresentar doença contagiosa confirmada, seguindo as orientações médicas sobre afastamento e retorno às atividades. Essa comunicação ajuda a instituição a adotar cuidados preventivos, observar possíveis sintomas em outros alunos e orientar as famílias quando necessário.   Dúvidas e receios devem ser esclarecidos É comum que pais e responsáveis tenham dúvidas sobre segurança, reações e contraindicações. As vacinas autorizadas no Brasil passam por avaliação técnica antes de serem liberadas para uso. Reações leves, como dor no local da aplicação, febre baixa ou mal-estar temporário, podem ocorrer, mas costumam ser passageiras. As contraindicações existem, mas são específicas e devem ser avaliadas por profissionais de saúde. Por isso, decisões sobre adiar ou deixar de aplicar uma vacina não devem ser tomadas apenas com base em informações recebidas por redes sociais ou mensagens sem fonte confiável. No caso de crianças com medo de agulha, a preparação também ajuda. Explicar de forma simples o que vai acontecer, evitar ameaças ou sustos e manter uma postura tranquila durante a vacinação pode reduzir a ansiedade. O desconforto existe, mas tende a ser breve. Segundo o representante do Centro Educacional Pereira Rocha, de São Gonçalo (RJ), a informação clara é uma aliada da prevenção. “Quando a família entende o calendário vacinal e tira dúvidas com profissionais de saúde, fica mais fácil manter as doses em dia e proteger a convivência escolar”, afirma.   Rotina escolar depende de prevenção   A vacinação em dia contribui para uma rotina escolar mais estável. Alunos protegidos adoecem menos por doenças preveníveis, faltam menos às aulas e reduzem a possibilidade de transmissão para colegas e profissionais. Esse cuidado deve ser permanente. Antes do início do ano letivo, em períodos de campanha ou diante de comunicados das autoridades de saúde, a família pode revisar a caderneta e procurar orientação no posto de saúde. A prevenção depende da regularidade: doses atrasadas ou incompletas podem deixar brechas para a circulação de doenças que já contam com formas eficazes de controle.   Para saber mais sobre vacinas, visite https://laboratorioexame.com.br/saude/vacinacao-infantil e https://www.gov.br/saude/pt-br/vacinacao  


04 de maio, 2026

Obesidade infantil: sinais de alerta

A obesidade infantil deve ser identificada com acompanhamento profissional, observação da rotina e atenção a mudanças no comportamento da criança. O excesso de peso nessa fase não envolve apenas aparência física. Pode afetar respiração, disposição, sono, autoestima, convivência, desempenho escolar e risco de doenças como diabetes tipo 2, colesterol alto e hipertensão. O diagnóstico não deve ser feito apenas pela comparação visual entre crianças. Peso e altura precisam ser avaliados de acordo com idade, sexo e estágio de desenvolvimento. O Índice de Massa Corporal, conhecido como IMC, é uma das referências usadas por profissionais de saúde, mas deve ser interpretado com curvas específicas para crianças e adolescentes. Também podem ser considerados outros dados, como crescimento, histórico familiar, hábitos alimentares, prática de atividade física, qualidade do sono e exames laboratoriais, quando necessários. Por isso, a avaliação com pediatra ou equipe de saúde é essencial.   Peso isolado não define o diagnóstico Uma criança pode estar acima do peso por diferentes razões. Há fatores genéticos, hormonais, metabólicos, comportamentais e ambientais envolvidos. Na maior parte dos casos, a obesidade infantil está relacionada a um desequilíbrio entre ingestão calórica elevada e baixo gasto de energia, mas cada situação precisa ser analisada individualmente. O consumo frequente de alimentos ultraprocessados, refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos, fast food e produtos ricos em açúcar e gordura contribui para o ganho de peso. Rotinas familiares corridas, refeições desorganizadas e beliscos fora de hora também podem dificultar escolhas alimentares mais equilibradas. “A atenção ao peso precisa vir acompanhada de orientação, acolhimento e respeito, porque comentários inadequados podem gerar vergonha e afastar a criança de hábitos saudáveis”, afirma Juliana Figallo, coordenadora de educação infantil do Centro Educacional Pereira Rocha, de São Gonçalo (RJ). Ele destaca que o tema deve ser tratado com cuidado para não expor a criança.  Essa postura é importante porque o objetivo não deve ser responsabilizar a criança, mas compreender o contexto e ajustar a rotina com apoio dos adultos.   Sinais físicos merecem acompanhamento Alguns sinais podem indicar necessidade de avaliação. Cansaço frequente, baixa tolerância a esforços, falta de ar durante atividades simples, dores nas articulações, dificuldade para acompanhar brincadeiras, roncos intensos e sono agitado são pontos que merecem atenção. A apneia do sono também pode aparecer em crianças com obesidade. Nesses casos, o sono deixa de ser reparador, o que interfere na disposição, no humor e na concentração durante o dia. Alterações em exames, como colesterol elevado, resistência à insulina, pressão arterial aumentada ou sinais de diabetes tipo 2, podem estar associadas ao excesso de peso. Esses fatores reforçam a necessidade de acompanhamento médico e de mudanças sustentáveis no cotidiano. É importante que os adultos evitem dietas restritivas sem orientação. Na infância, a criança está em fase de crescimento e precisa de nutrientes adequados. O tratamento deve priorizar reorganização da alimentação, rotina de movimento, sono adequado e apoio emocional.   Impactos emocionais também devem ser observados A obesidade infantil pode afetar a autoestima e a socialização. Algumas crianças passam a evitar atividades físicas, festas, brincadeiras coletivas ou aulas de educação física por vergonha, insegurança ou medo de comentários dos colegas. Situações de bullying agravam esse quadro. Apelidos, piadas, exclusão e comparações podem gerar ansiedade, tristeza, isolamento e resistência ao ambiente escolar. Quando a criança demonstra queda repentina no rendimento, desânimo, irritabilidade ou recusa em participar de atividades, família e escola devem investigar o que está acontecendo. A relação com a comida também precisa ser observada. Comer escondido, usar alimentos como forma de compensar tristeza ou ansiedade, recusar refeições familiares ou demonstrar culpa excessiva após comer são sinais que exigem cuidado. Nessas situações, o suporte psicológico pode ser necessário. A obesidade infantil não deve ser tratada apenas como questão alimentar, pois envolve emoções, convivência, imagem corporal e hábitos construídos no ambiente familiar e social.   Escola contribui com observação e prevenção A escola pode ajudar na identificação de sinais ao observar participação, disposição, convivência e mudanças de comportamento. Professores e equipes pedagógicas acompanham a criança em atividades coletivas, momentos de movimento, intervalos e interações com colegas. Essa observação não substitui o diagnóstico médico. No entanto, pode orientar conversas com a família quando há sinais persistentes de cansaço, isolamento, baixa participação ou sofrimento emocional. Para Juliana, o cuidado deve envolver informação e rotina. Em sua avaliação, “a escola pode colaborar quando incentiva movimento, convivência respeitosa e educação alimentar sem transformar o tema em cobrança ou constrangimento”. A educação alimentar pode aparecer em conversas, atividades pedagógicas, projetos sobre saúde, cuidado com o corpo e escolhas no dia a dia. A prática de atividades físicas também deve ser estimulada de forma inclusiva, com propostas que valorizem participação, prazer pelo movimento e respeito aos diferentes ritmos.   Família é parte central do cuidado Em casa, a prevenção e o acompanhamento dependem de hábitos compartilhados. Crianças tendem a seguir o que observam na rotina familiar. Refeições mais organizadas, presença de frutas, verduras, legumes e alimentos menos processados, redução de ultraprocessados e horários mais previsíveis ajudam a construir referências mais saudáveis. Também é importante limitar o tempo de tela e incentivar brincadeiras, passeios, esportes ou atividades ao ar livre. O movimento deve ser apresentado como parte da rotina, não como punição pelo peso. Quando há diagnóstico de obesidade, o tratamento deve envolver profissionais de saúde, como pediatra, nutricionista, psicólogo e educador físico, conforme a necessidade. A meta principal é melhorar saúde, disposição e qualidade de vida, com mudanças possíveis para a realidade da família. A identificação da obesidade infantil exige atenção ao crescimento, aos hábitos, aos sinais físicos e às reações emocionais da criança. Quanto mais cedo família, escola e profissionais de saúde atuam de forma coordenada, maiores são as chances de evitar agravamentos e construir uma rotina mais saudável. Para saber mais sobre obesidade, visite https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2021/junho/obesidade-infantil-afeta-3-1-milhoes-de-criancas-menores-de-10-anos-no-brasil e https://brasilescola.uol.com.br/saude/obesidade-infantil.htm  


29 de abril, 2026

Cadeirinha de carro: segurança infantil

A cadeirinha de carro é um equipamento de segurança obrigatório e essencial para reduzir riscos no transporte de crianças. Seu uso adequado ajuda a evitar ferimentos graves em colisões, freadas bruscas ou outros acidentes de trânsito. Para que a proteção funcione, porém, é necessário escolher o dispositivo correto para a idade, o peso e a altura da criança, além de garantir instalação e ajuste adequados no veículo. A legislação brasileira determina que crianças com menos de 10 anos ou com menos de 1,45 metro de altura sejam transportadas no banco traseiro, com o dispositivo de retenção apropriado. O descumprimento da regra é considerado infração gravíssima, com multa e pontos na Carteira Nacional de Habilitação. A exigência legal, no entanto, não deve ser vista apenas como obrigação. A cadeirinha existe porque o corpo infantil ainda não tem as mesmas condições de proteção de um adulto em caso de impacto. Crianças são menores, mais frágeis e dependem de equipamentos específicos para que a força de uma colisão seja distribuída de forma mais segura.   Cada fase exige um dispositivo adequado A escolha da cadeirinha deve considerar principalmente peso e altura. A idade ajuda como referência, mas não deve ser o único critério, já que cada criança se desenvolve em ritmo diferente. Para bebês, o bebê conforto é indicado nos primeiros meses de vida e deve ser instalado de costas para o movimento do carro. Essa posição protege melhor cabeça, pescoço e coluna, regiões ainda muito vulneráveis nessa fase. Conforme o crescimento, a criança passa para modelos compatíveis com peso maior, sempre respeitando as orientações do fabricante. Entre aproximadamente 1 e 4 anos, costuma ser usada a cadeirinha de segurança voltada para frente, desde que a criança já tenha peso e altura adequados para essa transição. Para crianças maiores, o assento de elevação ajuda a posicionar corretamente o cinto de três pontos do próprio veículo. O cinto deve passar pelo centro do peito e pelos ombros, sem encostar no pescoço. Também não deve ficar abaixo do braço ou atrás das costas. Quando o cinto não se ajusta corretamente ao corpo, a criança fica mais exposta a lesões em caso de acidente.   Instalação correta é parte da proteção Comprar uma cadeirinha adequada não basta. A instalação incorreta reduz a eficiência do equipamento e pode comprometer a segurança. O dispositivo precisa ficar firme, sem balançar excessivamente. As tiras devem estar ajustadas ao corpo da criança, sem folga exagerada e sem apertar a ponto de causar desconforto. Modelos com sistema Isofix podem facilitar a fixação, pois são presos diretamente à estrutura do veículo. Ainda assim, é necessário seguir o manual do fabricante e verificar se o carro é compatível com o equipamento. Quando a instalação é feita com o cinto do próprio veículo, o cuidado deve ser redobrado para evitar torções, folgas ou encaixes inadequados. Juliana Figallo, coordenadora de educação infantil do Centro Educacional Pereira Rocha, de São Gonçalo (RJ), observa que o cuidado precisa fazer parte da rotina da família. “A cadeirinha só cumpre sua função quando é usada em todos os trajetos, inclusive nos percursos curtos, que muitas vezes são tratados com menos atenção”, afirma. Esse ponto é importante porque acidentes também ocorrem perto de casa, em deslocamentos rápidos ou em vias conhecidas. A familiaridade com o trajeto não elimina o risco.   Criança no colo não está protegida Um dos erros mais perigosos é transportar a criança no colo. Mesmo em baixa velocidade, um adulto não consegue segurá-la com segurança em uma colisão. A força gerada pelo impacto multiplica o peso do corpo e torna praticamente impossível evitar que a criança seja lançada contra bancos, painel, portas ou para fora do veículo. Outro equívoco comum é permitir que a criança use apenas o cinto de segurança antes de atingir altura adequada. O cinto do carro foi projetado para adultos. Quando usado por uma criança pequena, pode ficar mal posicionado e causar lesões no pescoço, no abdômen ou na coluna. Também merecem atenção cadeirinhas usadas ou de origem desconhecida. Equipamentos que já passaram por acidente podem ter a estrutura comprometida, mesmo sem danos visíveis. Por isso, é importante verificar procedência, condições de uso, validade, manual e certificação. A presença do selo do Inmetro é um critério básico de segurança. Ele indica que o produto foi avaliado conforme normas técnicas. A escolha também deve considerar compatibilidade com o veículo e facilidade de instalação, já que modelos difíceis de ajustar aumentam o risco de uso incorreto.   Segurança depende de hábito diário A cadeirinha de carro deve ser usada sempre, sem exceções por distância, pressa ou resistência da criança. Quando o uso é incorporado desde cedo, tende a se tornar parte natural da rotina. Pais e responsáveis também podem explicar, em linguagem simples, que o equipamento existe para proteger, assim como o cinto de segurança protege os adultos. Para Juliana, a orientação dos adultos tem efeito direto no comportamento infantil. Em sua avaliação, “quando a criança percebe que o uso da cadeirinha é uma regra fixa, e não uma decisão negociada a cada saída, a adaptação costuma ser mais tranquila”. Famílias também devem revisar periodicamente se o equipamento ainda está adequado. Crescimento, mudança de peso, troca de carro ou desgaste do dispositivo podem exigir ajustes. A posição das tiras, o encaixe do cinto e a estabilidade da cadeirinha devem ser observados com frequência. A segurança no trânsito infantil depende de decisões repetidas no cotidiano. Escolher o modelo correto, instalar de forma adequada, ajustar o cinto e manter o uso em todos os deslocamentos são medidas concretas para reduzir riscos e proteger crianças durante o transporte. Para saber mais sobre cadeirinha de carro, visite https://quatrorodas.abril.com.br/auto-servico/como-escolher-e-como-e-a-atual-lei-das-cadeirinhas-infantis-no-carro e https://www.usecadeirinha.com.br/importancia-uso-cadeirinha/  


27 de abril, 2026

Quando usar umidificador de ar com crianças

O umidificador de ar pode ser indicado quando o ambiente está muito seco, especialmente em períodos de baixa umidade, calor intenso, inverno ou uso frequente de ar-condicionado. Nessas situações, o ar seco pode irritar as vias respiratórias, ressecar mucosas e aumentar desconfortos como tosse, congestão nasal, garganta seca e irritação nos olhos. Em crianças, esses efeitos exigem atenção maior porque o organismo ainda está em desenvolvimento e tende a reagir com mais sensibilidade às mudanças do ambiente. O aparelho tem a função de aumentar a umidade do ar em espaços fechados. Ele não substitui cuidados médicos, hidratação, limpeza da casa ou ventilação adequada, mas pode ajudar a tornar o ambiente mais confortável quando usado de forma correta. O uso sem critério, por outro lado, pode causar o efeito contrário: excesso de umidade, proliferação de mofo e aumento de ácaros, fatores que também prejudicam a saúde respiratória.   Quando o aparelho costuma ser indicado A principal indicação ocorre quando a umidade relativa do ar está baixa. Em geral, ambientes com umidade abaixo de 50% podem causar maior desconforto respiratório, principalmente para crianças com rinite, sinusite, asma, bronquite ou tendência a alergias. Nessas condições, o ar seco favorece o ressecamento do nariz e da garganta, o que pode agravar sintomas já existentes. O uso também pode ser útil em quartos onde o ar-condicionado permanece ligado por muitas horas. Embora o aparelho ajude no controle da temperatura, ele tende a deixar o ar mais seco. Durante a noite, isso pode contribuir para tosse, nariz entupido, sono interrompido e sensação de garganta irritada ao acordar. “Quando a criança dorme mal, respira com dificuldade ou acorda muito congestionada, isso pode interferir no humor, na disposição e na participação nas atividades do dia seguinte”, afirma Juliana Figallo, coordenadora de educação infantil do Centro Educacional Pereira Rocha, de São Gonçalo (RJ).   Ar seco interfere no sono e na rotina A baixa umidade não causa apenas incômodo passageiro. Em crianças, pode afetar o descanso, a alimentação, a concentração e o rendimento nas atividades escolares. Nariz entupido, tosse persistente e irritação na garganta prejudicam o sono e podem deixar a criança mais cansada durante o dia.  Outro problema comum é o sangramento nasal. Quando as mucosas ficam muito ressecadas, pequenos vasos do nariz podem se romper com mais facilidade. A criança também pode coçar mais os olhos, respirar pela boca ou apresentar piora em quadros alérgicos. Nesses casos, o umidificador de ar pode ajudar a manter as vias respiratórias mais hidratadas. Ainda assim, é importante observar a origem dos sintomas. Se tosse, febre, chiado no peito, falta de ar ou secreção persistente aparecerem, a orientação médica deve ser priorizada.   Tipos de umidificador e cuidados na escolha Existem diferentes modelos de umidificador de ar. Os ultrassônicos são comuns por funcionarem com pouca emissão de ruído e produzirem uma névoa fina. Os evaporativos usam ventilação interna para espalhar ar úmido. Já os vaporizadores aquecem a água e liberam vapor quente.  Em ambientes com crianças pequenas, os modelos de vapor frio costumam ser mais seguros, porque não oferecem risco de queimadura. Os aparelhos de vapor quente exigem atenção redobrada, pois aquecem a água e podem causar acidentes se forem manuseados ou derrubados. Independentemente do modelo, o equipamento deve ficar fora do alcance das crianças, em superfície firme, longe de tomadas, fios expostos, eletrônicos, berços e camas. Também é importante evitar que a névoa seja direcionada diretamente para o rosto da criança ou para paredes, cortinas e móveis, porque a umidade concentrada em um ponto pode favorecer mofo.   Tempo de uso não deve ser excessivo Um erro comum é deixar o umidificador ligado durante toda a noite. O uso prolongado pode elevar demais a umidade do ambiente. Quando isso acontece, há maior risco de proliferação de fungos, mofo e ácaros, que estão entre os principais fatores associados a alergias respiratórias.  Como regra de segurança, o aparelho deve ser usado por períodos limitados, de acordo com a necessidade do ambiente e as orientações do fabricante. Em muitos casos, algumas horas são suficientes para melhorar a sensação de ressecamento. O ideal é observar a umidade do ar com auxílio de um higrômetro, aparelho simples que mede o índice de umidade no local. A ventilação também precisa ser considerada. Ambientes sempre fechados, mesmo com umidificador, podem acumular poeira, cheiros, ácaros e partículas irritantes. Abrir janelas em horários adequados, manter cortinas e roupas de cama limpas e evitar excesso de objetos que acumulam poeira são medidas complementares.   Limpeza é parte essencial do uso seguro A higienização do umidificador de ar deve ser feita com regularidade. Quando o reservatório fica sujo, a névoa pode espalhar partículas, fungos ou bactérias no ambiente. Isso aumenta o risco de irritações e pode piorar sintomas respiratórios, especialmente em crianças alérgicas. O reservatório deve ser esvaziado, lavado e seco conforme a orientação do fabricante. A água parada não deve ser reaproveitada. Também é recomendável limpar o aparelho antes de usá-lo novamente após períodos guardado. “O umidificador pode ajudar em dias secos, mas precisa ser usado com cuidado. Limpeza, tempo adequado de funcionamento e observação dos sintomas da criança fazem diferença”, explica Juliana Figallo.  Além do aparelho, outras medidas ajudam a reduzir desconfortos causados pelo ar seco. Oferecer água ao longo do dia, usar soro fisiológico no nariz quando indicado, manter a casa limpa e evitar fumaça, poeira e cheiros fortes são cuidados importantes. O uso do umidificador de ar deve ser avaliado conforme o clima, a umidade do ambiente e a resposta da criança. Quando há sintomas frequentes, crises respiratórias ou piora durante a noite, a família deve buscar orientação profissional para identificar a causa e definir os cuidados mais adequados. Para saber mais sobre umidificador de ar, visite https://www.santacasamaringa.com.br/noticia/248/umidificador-de-ar-e-seus-beneficios-para-asaude e https://g1.globo.com/saude/noticia/2023/09/20/onda-de-calor-umidificador-ameniza-efeitos-do-tempo-seco-mas-uso-exige-cautela.ghtml  


22 de abril, 2026

Como estruturar um bom texto

A redação dissertativo-argumentativa exige que o estudante organize ideias, defenda um ponto de vista e desenvolva argumentos de forma clara e coerente. Esse tipo de texto é um dos mais cobrados em avaliações escolares, vestibulares e no Enem, e costuma representar dificuldade quando o aluno conhece o tema, mas não consegue estruturar o raciocínio com segurança. Nesses casos, o problema não está apenas na escrita, mas na falta de método para planejar introdução, desenvolvimento e conclusão. Esse gênero textual parte de uma lógica objetiva. O estudante recebe um tema, identifica um problema ou recorte central, define uma tese e passa a sustentá-la ao longo do texto. Para isso, precisa selecionar argumentos, organizar exemplos e conectar os parágrafos de modo que o leitor compreenda a progressão do raciocínio. Em provas como o Enem, essa estrutura também precisa culminar em uma proposta de intervenção viável, relacionada ao problema discutido. “Em geral, o estudante até tem repertório e posicionamento, mas perde qualidade quando não consegue transformar essas ideias em uma sequência lógica, com tese definida e argumentos bem distribuídos”, afirma Andressa Côrtes, diretora pedagógica do Centro Educacional Pereira Rocha, de São Gonçalo (RJ). Ela ressalta que muitos alunos não têm dificuldade de opinião, mas de organização.  O que não pode faltar na estrutura Uma boa redação dissertativo-argumentativa costuma se apoiar em três blocos centrais: introdução, desenvolvimento e conclusão. Na introdução, o estudante precisa apresentar o tema e indicar a tese que será defendida. Esse começo deve ser direto. A função desse primeiro parágrafo é mostrar ao leitor qual é o problema em análise e qual linha de raciocínio será seguida. No desenvolvimento, cada parágrafo precisa ter função definida. O ideal é que cada bloco trabalhe um argumento principal, acompanhado de explicação, exemplo, dado, referência histórica ou repertório sociocultural compatível com o tema. Quando o estudante mistura muitos argumentos num mesmo parágrafo, o texto perde clareza e dificulta a avaliação. Já quando cada ideia é tratada com delimitação, a leitura flui melhor e a argumentação ganha força. A conclusão deve retomar a tese e fechar o raciocínio sem repetir mecanicamente o que já foi dito. No caso do Enem, há uma exigência adicional: apresentar proposta de intervenção com agente, ação, meio de execução e objetivo. Isso exige atenção porque uma proposta vaga ou incompleta compromete a nota, mesmo quando o restante do texto está consistente. Planejamento evita improviso e perda de foco Um erro recorrente é começar a escrever imediatamente após ler o tema, sem planejamento prévio. Essa pressa costuma gerar textos repetitivos, pouco organizados ou com fuga parcial do assunto. Antes de redigir, o estudante precisa separar alguns minutos para definir tese, argumentos e possíveis exemplos. Esse rascunho ajuda a visualizar a arquitetura do texto e evita contradições entre os parágrafos. Também é nesse momento que o aluno decide quais repertórios realmente ajudam. Citações, fatos históricos, debates atuais e referências culturais podem enriquecer a redação, mas só funcionam quando têm relação direta com o argumento. O uso de repertório não deve parecer enfeite. Ele precisa cumprir uma função explicativa dentro do raciocínio. Andressa Côrtes explica que planejamento não é perda de tempo, mas parte da construção do texto. “Quando o aluno para para organizar as ideias antes de escrever, ele reduz repetições, melhora a articulação dos argumentos e consegue manter mais controle sobre a tese que pretende defender”, destaca. Leitura amplia vocabulário e repertório A qualidade da redação também depende do que o estudante lê e acompanha fora da hora da prova. A leitura frequente amplia vocabulário, melhora a compreensão de estruturas textuais e ajuda a reconhecer maneiras mais eficientes de argumentar. Além disso, fornece repertório sociocultural para discutir temas de atualidade com mais consistência. Esse repertório pode ser construído por diferentes caminhos. Reportagens, artigos, livros, documentários, podcasts e filmes podem contribuir, desde que o consumo seja atento e crítico. O ponto central é que o estudante tenha conteúdo para sustentar o que escreve. Uma redação bem estruturada perde força quando traz argumentos genéricos ou repete ideias sem aprofundamento. A leitura também ajuda em outro aspecto importante: a percepção de tom. Em geral, a redação exigida em vestibulares e no Enem pede linguagem formal, objetiva e clara. O aluno que lê com frequência tende a reconhecer melhor esse padrão e a evitar marcas de oralidade, gírias, excesso de adjetivos e frases longas demais. Quais erros mais comprometem o texto Entre os problemas mais comuns estão a fuga do tema, a má divisão de parágrafos, a repetição de palavras e a ausência de encadeamento entre as ideias. Outro erro frequente é tentar parecer rebuscado e produzir frases pouco claras. Em redação, clareza vale mais do que ornamentação. O avaliador precisa entender com facilidade o que o estudante quer dizer e como está construindo sua defesa. Também pesa negativamente a falta de revisão. Erros de ortografia, pontuação, concordância e acentuação podem comprometer a nota, sobretudo quando aparecem em grande número. Por isso, reservar alguns minutos para releitura final é parte do processo. Nessa etapa, o aluno deve verificar se a tese está clara, se os argumentos estão bem divididos, se há conectivos suficientes e se a conclusão de fato responde ao que foi proposto no início. Prática constante faz diferença no resultado A evolução em redação costuma vir com treino frequente e correção cuidadosa. Escrever apenas em véspera de prova dificulta a percepção dos próprios erros e limita o ganho de repertório estrutural. Quando o estudante pratica com regularidade, começa a reconhecer padrões de falha, amplia suas estratégias argumentativas e ganha mais segurança para adaptar a escrita a temas diferentes. Também ajuda analisar produções anteriores. Comparar textos, observar comentários de professores e identificar trechos pouco claros permite ajustes mais objetivos. Com o tempo, a redação deixa de ser apenas uma exigência de prova e passa a funcionar como uma habilidade útil para a vida acadêmica e profissional, já que organizar ideias, defender argumentos e escrever com clareza são competências exigidas em diferentes contextos. Na prática, estruturar um bom texto dissertativo-argumentativo depende de um conjunto de fatores: compreender o tema, definir uma tese, selecionar argumentos consistentes, organizar bem os parágrafos e revisar com atenção. Quando essa rotina de planejamento, leitura e treino se consolida, a redação tende a ficar mais clara, mais segura e mais adequada ao que as bancas avaliam.Para saber mais sobre redação, visite https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/dicas/o-melhor-tipo-redacao.htm e https://suprema.edu.br/noticia/como-fazer-uma-boa-redacao-para-o-enem-ou-vestibular


17 de abril, 2026

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Desenho na infância: benefícios para o desenvolvimento

O desenho ocupa um lugar importante no desenvolvimento infantil porque ajuda a criança a experimentar movimentos, organizar ideias, representar o que observa e expressar sentimentos. Desde os primeiros rabiscos, essa atividade contribui para diferentes aspectos da formação, como coordenação motora, atenção, percepção espacial, comunicação e autoconfiança. Por isso, o desenho costuma aparecer como uma prática frequente e relevante nos primeiros anos da infância. Mesmo quando os traços ainda parecem sem forma para os adultos, já existe ali um processo de descoberta. A criança observa o efeito do próprio gesto, percebe relações entre movimento e marca no papel e começa a ampliar sua capacidade de controle. Esse processo ajuda a compreender por que o desenho é mais do que uma atividade recreativa: ele participa do desenvolvimento de habilidades que depois aparecem em outras situações do cotidiano escolar. Os primeiros traços já têm função importante O contato com o desenho costuma começar cedo, ainda na fase das garatujas. Nessa etapa, a criança experimenta movimentos, testa materiais e explora superfícies. O interesse não está apenas no resultado final, mas na ação de riscar, repetir gestos e perceber o que acontece no papel. Esse momento inicial já favorece avanços importantes. Ao segurar lápis, giz de cera ou pincel, a criança exercita mãos e dedos, desenvolvendo movimentos que mais tarde serão importantes para a escrita, o recorte e outras tarefas que exigem coordenação motora fina. Com o tempo, os traços ficam mais firmes, mais intencionais e mais organizados. Juliana Figallo, coordenadora de educação infantil do Centro Educacional Pereira Rocha, de São Gonçalo (RJ), explica que o desenho acompanha diferentes etapas do crescimento e oferece pistas importantes sobre o desenvolvimento infantil. “Quando a criança desenha, ela experimenta movimentos, registra percepções e cria formas de se expressar que ainda nem sempre consegue colocar em palavras”, afirma. Desenho contribui para atenção e raciocínio Além do aspecto motor, o desenho também ajuda no desenvolvimento cognitivo. Ao decidir como representar uma pessoa, um objeto ou uma cena, a criança mobiliza observação, memória, comparação, noção de espaço e organização de elementos. Mesmo em produções simples, há escolhas sendo feitas o tempo todo. Essa atividade também favorece a concentração. Ao permanecer envolvida em uma proposta de desenho, a criança precisa sustentar a atenção, acompanhar etapas e lidar com pequenas tentativas e correções. Isso contribui para a construção de uma postura mais focada diante das tarefas. Em muitos casos, o desenho também ajuda a criança a compreender melhor o ambiente em que vive. Ao representar a casa, a família, a escola, animais ou situações do cotidiano, ela organiza referências e elabora experiências de forma concreta. Esse processo pode colaborar com a aprendizagem em diferentes áreas, porque reforça observação, associação e interpretação. Expressão emocional aparece no papel Um dos benefícios mais conhecidos do desenho está ligado à expressão emocional. Crianças pequenas nem sempre conseguem explicar com clareza o que sentem, mas muitas vezes registram no desenho aspectos de suas vivências, preferências, receios e interesses. Isso não significa que cada produção deva ser interpretada de forma automática, mas mostra que o desenho pode funcionar como um canal de comunicação relevante. Em casa e na escola, observar com atenção a frequência com que a criança desenha, os temas que escolhe e a maneira como se envolve com a atividade pode ajudar adultos a entender melhor seu momento de desenvolvimento. O mais importante é permitir que ela desenhe sem pressão por desempenho ou cobrança estética. Segundo Juliana Figallo, o valor da atividade está também na liberdade que ela oferece. “O desenho favorece a expressão da criança de uma forma espontânea, sem comparação e sem a exigência de um resultado padronizado, o que contribui para a confiança e para a participação”, observa. A atividade também favorece a convivência Embora muitas vezes seja vista como uma prática individual, o desenho também pode contribuir para a socialização. Em propostas feitas em grupo, as crianças compartilham materiais, observam produções dos colegas, comentam ideias e aprendem a respeitar diferentes formas de criação. Esse convívio ajuda a desenvolver comunicação, cooperação e escuta. O desenho ainda pode ser integrado a outras atividades, como pintura, colagem, contação de histórias e brincadeiras temáticas. Quando isso ocorre, amplia-se o repertório de experiências e a criança passa a explorar diferentes linguagens de maneira articulada. Esse tipo de vivência favorece o interesse pelas atividades escolares e mantém o aprendizado em movimento. Outro ponto importante é que o desenho permite à criança afirmar preferências e fazer escolhas próprias. Cores, formas, personagens e cenas escolhidas revelam modos particulares de perceber o mundo. Esse espaço de criação contribui para o fortalecimento da identidade e da autonomia. Como adultos podem incentivar sem interferir demais O incentivo ao desenho não depende de propostas complexas. Oferecer materiais adequados, reservar tempo para a atividade e valorizar a produção da criança sem impor modelos rígidos já são medidas importantes. O foco deve estar mais no processo do que na aparência final do desenho. Também ajuda evitar correções constantes ou comparações com outras crianças. Quando o adulto interfere demais, a atividade pode perder parte de sua função exploratória. A criança precisa ter margem para testar, errar, repetir e criar do próprio modo. Na prática, o desenho contribui para o desenvolvimento motor, cognitivo, emocional e social desde os primeiros anos. Quando aparece com regularidade na rotina, ele ajuda a criança a se expressar, organizar experiências e ampliar habilidades que terão impacto em diferentes etapas da vida escolar. Para saber mais sobre desenho, visite https://museudaimaginacao.com.br/a-importancia-de-desenhar-para-o-desenvolvimento-infantil/ e https://blog.girassolbrasil.com.br/beneficios-de-desenhar-e-colorir/


15 de abril, 2026